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Policial
12/02/2008 :: Casa segura depois da temporada
Fonte: Gazeta do Povo
Ao fim da temporada, muitos imóveis no litoral tornam-se locais visados por assaltantes porque só serão visitados pelos proprietários novamente no próximo verão. Para evitar que os furtos cometidos fora da temporada transformem o que seria um lugar de sossego em mais uma preocupação, algumas medidas de segurança devem ser adotadas.

“O ideal é que, ao sair, os proprietários tenham sempre alguém que atenda a residência fora da temporada. É importante que a escolha dessa pessoa seja criteriosa, que seja alguém de confiança”, indica o comandante do Policiamento do Interior da Polícia Militar, coronel Celso José Mello.

A dona de casa Solange Eneida Felipe Ramos, de Curitiba, conta, há cerca de 20 anos, com o auxílio da matinhense Ivanir Faustina de Souza para cuidar da sua casa em Caiobá. “Ela já cuidava da casa da minha sogra aqui no litoral. Ela vem pelo menos duas vezes ao mês para ver se está tudo certo”, diz. Além da ajuda de Ivanir, Solange tomou outras medidas de segurança na casa: grades nas janelas e a contratação de uma empresa que faz a segurança eletrônica da residência por monitoramento.

Por enquanto, as medidas têm surtido efeito – ao menos fora da temporada. “Ninguém nunca invadiu a casa quando não estou aqui”, diz Solange. “Mas estou pensando em colocar uma cerca elétrica porque há duas semanas alguém entrou na casa e levou, entre outras coisas, o talão de cheques da minha cunhada. Meus meninos jogavam baralho na sala e ninguém percebeu o furto”, conta. Ela diz que todas essas medidas não tiram sua liberdade. “Ao contrário: sinto-me mais segura. E fico mais tranqüila.”

Conferir se todas as portas e janelas estão devidamente trancadas e investir em travas e fechaduras que dificultem uma tentativa de invasão são outros conselhos do coronel Mello. O gerente de operações de uma empresa de segurança privada de Curitiba, Sérgio Lobo, indica o uso de dispositivos de alarme. “Todo tipo de proteção que possa inibir os assaltantes é bem-vindo”, afirma.

Em 2006, o corretor de seguros João Maria Moreira de Souza teve seu apartamento em Caiobá arrombado. “Levaram os eletrodomésticos. Nem as grades que eu tinha colocado um tempo antes impediram o furto”, lamenta. Hoje, ele e os demais condôminos pagam por um sistema monitorado de segurança. “É um incômodo manter esse sistema, que requer acompanhamento. Mas um incômodo necessário. Ter um zelador seria uma boa idéia, mas gera muita despesa”, avalia.

Lobo recomenda, ainda, que o mínimo possível de eletrodomésticos seja deixado na casa fora da temporada. “São um atrativo a mais aos ladrões”, afirma. Uma opção para quem não quer ficar sem o conforto que esses objetos proporcionam é deixá-los em um cômodo da casa que receba reforço de segurança, com travas e cadeados.
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